Futebol

Publicado em 01/07/2014

Jogador chileno faz tatuagem de bola na trave do jogo contra o Brasil na Copa

O Brasil eliminou o Chile da Copa do Mundo em um jogo muito disputado neste sábado, no Mineirão, em Belo Horizonte. Depois de o placar no tempo regulamentar terminar 1 a 1, e o empate persistir na prorrogação, o duelo terminou nas penalidades com vitória para a seleção brasileira. Mas a história poderia ter sido completamente diferente se um chute do atacante Mauricio Pinilla, de 30 anos, tivesse entrado. Contudo, ele acertou o travessão (relembre o lance do camisa 9 ao lado). De volta ao seu país, resolveu eternizar o momento em seu próprio corpo. O jogador do Cagliari, da Itália, tatuou o lance em suas costas no estúdio “Tatoo Rockers”. Rapidamente, ele recebeu o carinho de muitos internautas, que chamaram a tatuagem de “marca de guerra”.

Caso tivesse sido gol, o Brasil teria feito sua pior campanha na história das Copas do Mundo. Além da tatuagem, em que é retratado o atleta de uniforme vermelho e o goleiro Julio Cesar, do Brasil, ele também marcou na cabeça a palavra “Blessed” (do inglês, “Abençoado”) e “For Life” (em português, “Para a vida”), e a frase: “Um centímetro da glória”. O jogador chileno, contudo, já possui muitas outras tatuagens no corpo. O desenho que lembra o lance fatídico foi feito pelo tatuador Marlon Parra.

Mauricio Pinilla já passou por diversos clubes, entre eles, o Vasco da Gama, em 2008. O jogador começou a carreira na Universidad de Chile, defendeu Inter de Milão, Chievo, Celta de Vigo, Sporting, Racing Santander, Heart of Midlothian, Apollon Limassol, Grosseto e Palermo, antes de fechar com o Cagliari, onde atua no momento.

Além do lance que teria eliminado o Brasil, Pinilla se envolveu em uma confusão com o diretor de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O dirigente terá que cumprir uma partida de suspensão por ser acusado de dar um soco no atacante no intervalo da partida entre Brasil e Chile, no último sábado. Por meio de seu Twitter oficial, o atleta lembrou o gancho aplicado no uruguaio Luis Suárez – nove partidas fora dos gramados e banimento por quatro meses de qualquer atividade ligada ao futebol por mordida no italiano Chiellini em partida entre as seleções da fase de grupos da Copa do Mundo – e cobrou mais rigor.

Fonte: Globo Esporte






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