Sociedade

Publicado em 21/09/2015

Especialistas imploram para que a população não faça sexo com robôs

Especialistas em ética robótica lançaram a Campanha Contra Sexo com Robôs, buscando banir o desenvolvimento de atividades e produção de robôs sexuais.

A realidade de robôs focados em proporcionar prazer está cada vez mais próxima. Brinquedos mecânicos feitos para o prazer sexual já existem, é claro, e desenvolvedores de hardware trabalham para incorporar inteligência artificial nestes produtos. Uma empresa chamada True Companion alegou estar produzindo o “primeiro robô sexual do mundo”, o Roxxxy, este ano. Apesar de questões sobre seu funcionamento e ética, o Roxxxy, cujo preço chega aos US$ 7.000, já foi encomendado por milhares de pessoas.

A especialista em ética robótica, Kathleen Richardson, da Universidade De Montfort (Reino Unido), e Erik Billing, da Universidade de Skövde (Suécia), são os cocriadores da Campanha Contra Sexo com Robôs, que busca conscientizar sobre o problema e propõe um banimento do sexo com robôs. Eles comparam a ideia a campanhas semelhantes, como a que busca limitar o desenvolvimento de robôs “assassinos”. Richardson e Billings acreditam que o sexo com robôs irá degradar o relacionamento humano e reforçar a ideia da mulher como objeto sexual.

“Acreditamos que a criação de tais robôs será prejudicial às relações entre homens e mulheres, adultos e crianças, homens e homens e mulheres e mulheres”, diz Richardson à BBC.

Fonte: UOL






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